Plano “Punhal Verde e Amarelo” e ameaças a autoridades
A investigação e a denúncia da PGR descreveram um planejamento de atentados contra Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes em 2022.
Um convite especial
Preparamos algo que gostaríamos muito de compartilhar com você.
25 de outubro de 2026 · Brasil
O que parecia um convite pessoal é um convite para olhar mais de perto registros, investigações e decisões envolvendo a família Bolsonaro. Explore os casos e consulte as fontes, nós, votamos 13 e te incentivamos a fazer o mesmo, para defender o futuro e a soberania do Brasil.
Começar a leituraRegistros documentados sobre familiares, aliados políticos e ex-integrantes do governo. Cada card identifica a natureza jurídica do episódio e aponta uma fonte consultável.
A investigação e a denúncia da PGR descreveram um planejamento de atentados contra Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes em 2022.
Buscas dispararam no topo nacional após citação em debate; trata da defesa jurídica de policial acusado de matar menina de 5 anos.
A PF concluiu investigação sobre o destino de presentes oficiais. Em março de 2026, a PGR pediu o arquivamento do inquérito.
A PF indiciou Carlos Bolsonaro no caso do suposto uso irregular da Abin; em julho de 2026, os autos foram remetidos à Justiça Federal.
O MP-RJ denunciou Flávio Bolsonaro no caso das supostas rachadinhas; a denúncia foi rejeitada pelo TJ-RJ em 2022.
A PF encaminhou ao STF pedido de investigação envolvendo Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz por suspeita de lavagem de dinheiro.
Flávio Bolsonaro foi incluído em inquérito da PF sobre aportes para o filme Dark Horse. Em outubro de 2026, a PF solicitou mais prazo.
A PF indiciou Jair Bolsonaro em 2024 por registros falsos de vacinação, mas o STF arquivou a investigação em março de 2025.
O STF condenou Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão em setembro de 2025; em outubro de 2026, a defesa pediu revisão da sentença.
O TSE reconheceu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação na reunião com embaixadores realizada em 2022.
Eduardo Bolsonaro foi condenado por coação no curso do processo em junho de 2026, com decisão mantida pela Primeira Turma em setembro.
O TSE declarou Jair Bolsonaro e Braga Netto inelegíveis por oito anos pela utilização eleitoral dos atos do Bicentenário.
O TSE aplicou multa individual de R$ 20 mil a Jair Bolsonaro por propaganda irregular na internet durante a eleição de 2022.
Em 2024, o TSE registrou a aplicação de multa de R$ 15 mil a Jair Bolsonaro por desinformação divulgada na campanha de 2022.
O TSE multou Eduardo e Flávio Bolsonaro, entre outros parlamentares, por divulgar vídeo considerado desinformativo em 2022.
Em outubro de 2026, o TSE determinou remover três publicações de Flávio Bolsonaro envolvendo IA e associações a facções.
O TSE determinou a remoção de publicações divulgadas pelo PL, por Nikolas Ferreira e por Flávio Bolsonaro em outubro de 2026.
A Polícia Federal concluiu, em relatório de junho de 2026, que uma postagem de Flávio Bolsonaro poderia caracterizar calúnia contra Lula.
O STF condenou Eduardo Bolsonaro por difamação de Tabata Amaral em julgamento concluído em setembro de 2026.
O STF autorizou reabrir, em outubro de 2025, investigação sobre possível interferência política de Jair Bolsonaro na PF.
O Senado aprovou relatório da CPI da Pandemia com pedidos de indiciamento de Jair Bolsonaro e de dezenas de outros investigados.
A CPI da Pandemia analisou propostas de fornecimento de doses em 2020 e apontou demora federal nas negociações.
A CPI da Pandemia identificou irregularidades na negociação de compra de vacinas Covaxin e no papel da intermediária Precisa.
Uma manifestação transmitida por Jair Bolsonaro em outubro de 2021 relacionou vacinas contra covid-19 ao HIV sem base científica.
Em novembro de 2025, a administração penitenciária registrou tentativa de abrir a tornozeleira usada por Jair Bolsonaro.
O Ibama aplicou multa administrativa; em março de 2025, o MPF arquivou a investigação criminal.
Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF durante o governo Bolsonaro, recebeu pena de 24 anos e seis meses em ação penal do STF.
Em 2021, a PF investigou suspeitas de corrupção e facilitação de exportação ilegal de madeira envolvendo a gestão ambiental.
A PF apontou suspeitas sobre a atuação do ex-ministro José Carlos Oliveira no caso dos descontos não autorizados em benefícios.
Em outubro de 2026, o TSE confirmou a retirada de publicação com associações não comprovadas contra Flávio Bolsonaro.
O STF fixou pena de 26 anos de prisão para o ex-ministro no Núcleo 1 da tentativa de golpe.
Ex-ministro da Justiça recebeu pena de 24 anos por participação na trama golpista.
O ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional recebeu pena de 21 anos de prisão.
O ex-comandante da Marinha foi condenado a 24 anos de prisão pelo STF.
O ex-ministro da Defesa recebeu pena de 19 anos de prisão na ação penal do Núcleo 1.
Ex-diretor da Abin recebeu pena de 16 anos, um mês e 15 dias.
O ex-ajudante de ordens foi condenado a dois anos em regime aberto, em processo com colaboração premiada.
O militar recebeu pena de 26 anos e seis meses no Núcleo 2 da trama golpista.
O ex-assessor presidencial recebeu pena de 21 anos na ação do Núcleo 2.
O ex-assessor foi condenado a 21 anos; a acusação incluiu monitoramento da rotina de magistrado.
A ex-diretora de Inteligência recebeu pena de oito anos e seis meses no Núcleo 2.
O STF fixou pena de dez anos pela invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça.
O STF a condenou a cinco anos e três meses por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal.
O hacker recebeu pena de oito anos e três meses pela invasão do sistema judicial.
Ex-deputado recebeu pena de oito anos e nove meses por crimes contra o funcionamento dos poderes.
Tente outro termo ou remova os filtros.
O abaixo-assinado solicita que a Rede Globo implemente checagem de fatos ao vivo durante o último debate presidencial. Leia o texto integral e consulte a opção de assinatura na página da petição.
Abrir petição no Change.orgConsulte as afirmações e as fontes apresentadas pelo projeto independente.
O projeto independente Flávio Mentiu, da frente voluntária Lula Memes, classifica 110 de 315 afirmações analisadas no debate da Band de 18/10/2026 e na entrevista posterior como 41 “MENTIRA” e 69 “MENTIRA PARCIAL”. Esses são vereditos atribuídos à fonte, não uma verificação independente deste arquivo. Declarações repetidas podem contar mais de uma vez.
Carregamento opcional dos dados abertos do projeto original. Em caso de bloqueio entre sites, consulte a lista diretamente na fonte.
A checagem cita endereço cadastral compartilhado por empresas; compartilhar endereço não comprova, por si só, parceria comercial.
Ler checagem e fontes ↗A checagem descreve decisões sobre quebra e posterior anulação do sigilo bancário.
Ler checagem e fontes ↗A checagem contrapõe a alegação à pauta oficial da viagem e menciona decisão do TSE.
Ler checagem e fontes ↗O valor mencionado corresponde, segundo a checagem, ao total de viagens a serviço do Executivo, não às viagens de uma pessoa.
Ler checagem e fontes ↗A checagem diferencia a atuação atribuída a Eduardo Bolsonaro das ações do próprio Flávio.
Ler checagem e fontes ↗A checagem examina apoio parlamentar a textos sobre regras de rastreamento de munições e ressalvas legislativas.
Ler checagem e fontes ↗A mesma acusação sobre a viagem oficial reaparece no debate.
Ler checagem e fontes ↗A checagem não encontra declaração oficial que sustente essa atribuição e cita legislação penal pertinente.
Ler checagem e fontes ↗A checagem compara indicadores diferentes, com quedas em alguns crimes e aumentos em outros.
Ler checagem e fontes ↗A checagem informa ausência de prova apresentada para essa acusação específica.
Ler checagem e fontes ↗A checagem registra que a investigação mencionada foi encerrada sem indiciamento.
Ler checagem e fontes ↗Para nós, impedir que a família Bolsonaro volte ao poder passa por votar 13 no dia 25 de outubro. Esta é a nossa posição política. Os documentos acima estão disponíveis para que você consulte as fontes e tire suas próprias conclusões.
Consultar informações no TSEVerifique antecipadamente no e-Título ou no site do TSE. Seu local de votação pode ter sido alterado.
Se puder, vá antes do meio-dia para evitar imprevistos. O voto é permitido durante todo o horário oficial.
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Confirme notícias e orientações em fontes oficiais. Não fotografe nem filme seu voto na cabine.
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